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Acompanhamento Terapêutico (AT)

O Acompanhamento Terapêutico (AT) representa uma atividade profissional que tem seu início vinculado ao movimento da “Reforma Psiquiátrica”. Tal movimento teve início na década de 60 e se propôs a discutir transformações no tratamento da loucura, pensando o cuidado dessas pessoas em sofrimento a partir da criação de serviços substitutivos aos manicômios, trabalhando dessa maneira, no território/espaço em que cada sujeito encontra-se inserido. Neste mesmo sentido, o AT vem como um dispositivo clínico que contribui para evitar o isolamento social, sendo então, em algumas circunstâncias uma alternativa a internações psiquiátricas. 

Exemplos como depressão, fobia, síndrome de pânico, distúrbio bipolar, distúrbios de aprendizagem, transtornos alimentares, toxicomanias, alcoolismo, crises de ansiedade, crises psicóticas, doenças terminais ou degenerativas, perdas cognitivas e neurológicas, podem tornar-se tão fortes a ponto de impedirem a própria rotina das pessoas. Há neste momento necessidade de intervenção clínica que possibilite a reconstrução da autonomia em sua própria vida.  
 
Em tal intervenção clínica, não há a utilização de um setting (consultório, sala) fixo para acontecer, podendo e devendo ser realizado na rua, no restaurante, nos parques, nos shoppings, nas casas, ou seja, nos espaços de circulação cotidiana de todos nós e que façam sentido para os acompanhados.
 
Dedica-se então ao cuidado de pessoas cujo sofrimento (agudo ou crônico) necessite de intervenção em sua atividade cotidiana, tanto nos espaços públicos como privados. Procura-se diminuir o distanciamento entre o meio social e as pessoas em sofrimento psíquico, e assim que a capacidade de se conectar com o mundo seja melhorada, o que produz consequentemente a criação de novas possibilidades de reinserção da pessoa na sociedade.
 

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